Todo empresário deve pagar o que é justo, aproveitar o que a lei permite e evitar riscos desnecessários.

Traduzindo o tributário para a linguagem do negócio e alinhando contratos e governança para dar previsibilidade.

Cases em destaque
JBS, Cosan e Braskem: incentivos de ICMS, Lei 14.789/23 e Tese de Insumos (STJ 779)
Ver cases
Clareza
Resumo executivo antes de qualquer decisão
Legalidade
Planejamento responsável, sem apostas temerárias
Previsibilidade
Contratos e governança alinhados ao fiscal

O que eu faço

Três frentes que trabalham juntas para reduzir risco, otimizar caixa e dar previsibilidade.

Planejamento Tributário Responsável

Otimize dentro da lei. Cenários comparados, matriz de riscos e aproveitamento de benefícios com segurança.

  • Revisão de enquadramento e créditos
  • Benefícios setoriais e regimes especiais
  • Métricas: passivo evitado e economia legal

Contratos e Governança

Blindagem civil e comercial que conversa com seu modelo tributário e evita litígios.

  • Cláusulas sensíveis mapeadas
  • Adequação a rotinas fiscais
  • Redução de contingências

Consultivo & Contencioso

Apoio contínuo e estratégia processual para reduzir impacto e incertezas.

  • Pareceres objetivos
  • Defesa e acordos orientados a dados
  • Relatórios executivos

Como funciona

Metodologia em 4 passos para sair do ruído e chegar à decisão com clareza.

1

Mapear

Regime, contratos, rotinas, riscos e oportunidades.

2

Planejar

Cenários com custos x riscos x efeitos no negócio.

3

Implementar

Ajustes contratuais e fiscais com cronograma.

4

Medir

Indicadores de compliance e previsibilidade.

Descomplica Tributos

Carrosséis trocáveis com dicas práticas. Salve e compartilhe.

Artigos recentes

Reforma Tributária • 6 min

Os benefícios fiscais irão acabar?

Reforma Tributária - Benefícios Fiscais

O modelo atual é uma colcha de retalhos. Hoje, temos dezenas de benefícios fiscais espalhados por estados e setores: isenções de ICMS, créditos presumidos, regimes especiais, incentivos regionais. Cada um com regra própria, prazo diferente e interpretação duvidosa. O resultado? Insegurança jurídica, guerra fiscal entre estados e planejamento tributário que vira loteria.

O que muda com a Reforma Tributária? A partir de 2026 (transição até 2033), o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituem ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI. A promessa é simplificar. Mas atenção: muitos benefícios atuais serão extintos ou remodelados. A Reforma prevê um Comitê Gestor do IBS que vai uniformizar regras. Incentivos setoriais precisarão de aval federal. Estados perdem autonomia para criar "jeitinhos fiscais".

Benefícios vão acabar? Não todos, mas a maioria será revista. Setores estratégicos (saúde, educação, transporte público) devem ter alíquotas reduzidas ou zeradas. Já incentivos regionais e guerra fiscal tendem a desaparecer. Quem depende de benefício estadual precisa se preparar agora.

O que fazer? Mapeie os benefícios que sua empresa usa hoje. Calcule o impacto da perda. Simule cenários com IBS/CBS. E, principalmente, não espere 2033 para agir — a transição começa em 2026.

Regime Regular • 5 min

O que o Regime Regular revela para empresários B2B?

Regime Regular B2B - IBS e CBS

Regime Regular = transparência fiscal. No modelo da Reforma Tributária, o Regime Regular permite que empresas B2B apurem IBS e CBS por fora do preço. Isso significa que o imposto não fica embutido — ele aparece destacado na nota fiscal, como crédito recuperável para o comprador.

Por que isso importa? Porque crédito tributário é dinheiro. Se você vende para outra empresa (B2B), seu cliente pode abater o IBS/CBS que você destacou na nota. Resultado: seu preço fica mais competitivo, seu cliente paga menos imposto no final da cadeia, e você ganha previsibilidade.

Benefícios práticos:

  • Crédito pleno: Seu cliente recupera 100% do imposto destacado.
  • Preço limpo: Você precifica sem "gordura fiscal" escondida.
  • Compliance automático: Menos risco de glosa, mais segurança em auditoria.
  • Fluxo de caixa previsível: Imposto destacado = crédito imediato para o comprador.

Atenção: O Regime Regular exige documentação impecável e apuração mensal rigorosa. Mas para quem vende B2B, é a melhor escolha: transparência, crédito e competitividade. Simples Nacional não oferece isso.

Split Payment • 5 min

Split Payment é bom ou ruim?

Split Payment - Prós e Contras

O que é Split Payment? É a divisão automática do pagamento no momento da venda: parte vai para o vendedor, parte vai direto para o Fisco. A Reforma Tributária prevê esse modelo para IBS e CBS. Na prática, o imposto é retido na fonte, antes mesmo de cair na sua conta.

Pontos bons:

  • Fim da inadimplência fiscal: Imposto recolhido automaticamente = zero risco de esquecer ou atrasar.
  • Crédito instantâneo: Comprador recebe crédito em tempo real, sem esperar apuração mensal.
  • Menos burocracia: Não precisa calcular, declarar e pagar manualmente.
  • Transparência: Fisco acompanha tudo em tempo real, reduz sonegação e aumenta arrecadação.

Cuidados necessários:

  • Impacto no fluxo de caixa: Você recebe líquido, sem o imposto. Precisa ajustar projeções financeiras.
  • Créditos acumulados: Se você tem mais crédito que débito, pode ficar com saldo "preso" — exige gestão ativa.
  • Infraestrutura tecnológica: Sistema de pagamento precisa estar integrado ao Fisco. Falha técnica = dor de cabeça.
  • Transição complexa: Entre 2026 e 2033, convivem regimes antigos e novos. Atenção redobrada.

Veredicto: Split Payment é bom para compliance e transparência, mas exige planejamento financeiro rigoroso. Empresas com margem apertada ou fluxo de caixa sensível precisam se preparar agora. Simule cenários, ajuste contratos e alinhe com seu contador.

Planejamento tributário não é custo: é governança que vira caixa e previsibilidade

Casos reais de grandes companhias brasileiras que transformam lei em resultado sustentável e defensável.

Caso Real • 8 min

Como a JBS usa incentivos de ICMS para otimizar caixa e reduzir volatilidade

Planejamento tributário não é só para pequenas empresas. Grandes grupos como JBS, Cosan e Braskem integram benefícios fiscais estaduais (subvenções de ICMS) ao planejamento financeiro, reduzindo carga tributária federal e aumentando previsibilidade no caixa.

O que mudou? Após decisão do STJ e a entrada em vigor da Lei 14.789/2023 (ex-MP 1.185), a tributação de subvenções de ICMS foi redefinida. Agora, apenas subvenções de investimento geram crédito fiscal federal (IRPJ/CSLL), com possibilidade de compensação ou ressarcimento — mas exige governança rigorosa.

O ciclo do incentivo:

  • Habilitação: Empresa se habilita ao benefício estadual (ex.: redução de base de ICMS, crédito presumido).
  • Lastro de investimento: Comprova investimento produtivo para enquadrar como subvenção de investimento.
  • Controles contábeis e fiscais: Segrega subvenção de custeio (tributável) de subvenção de investimento (não tributável no federal).
  • Reflexo no IRPJ/CSLL: Reduz base de cálculo federal, otimiza caixa e melhora lucro líquido.

Por que isso importa para você? Mesmo empresas de médio porte podem usar incentivos estaduais — mas sem governança, o benefício vira passivo. Planejar incentivos e sua repercussão federal é agenda de grandes. Sem isso, perde-se caixa e previsibilidade.

Fontes: Valor Econômico | Câmara dos Deputados

Caso Real Governança
Boas Práticas • 7 min

Cosan e Braskem: compliance + eficiência em incentivos de ICMS

Bilhões em incentivos, zero improviso. Cosan e Braskem evidenciam em balanço os impactos de incentivos de ICMS e o tratamento fiscal após o entendimento do STJ — um case de "compliance + eficiência" que depende de governança de subvenções, documentação de investimento e reporte contábil consistente.

Boas práticas em grandes companhias:

  • Mapeamento por unidade/UF: Cada planta industrial tem matriz própria de benefícios elegíveis.
  • Modelagem de CAPEX elegível: Projetos de investimento são estruturados para habilitar crédito fiscal federal.
  • Projeção de crédito fiscal: Integração entre planejamento tributário e orçamento anual para reduzir volatilidade do EBT.
  • Trilhas de auditoria: Documentação robusta para defender benefícios em fiscalizações e auditorias externas.

A atualização regulatória premia quem se prepara. A Lei 14.789/23 recompensa empresas com trilhas de auditoria e projetos de investimento bem estruturados. Quem não se adequar perde dinheiro e previsibilidade.

Mensagem-chave: Planejamento contínuo + governança robusta convertem incentivos em resultado sustentável e defensável. Não é "arranjo" — é compliance que vira caixa.

Fonte: Valor Econômico

Compliance Eficiência
Tese Consolidada • 7 min

Tese de insumos (PIS/Cofins): ganho recorrente com segurança jurídica

Crédito de PIS/Cofins ampliado. O STJ fixou em repetitivo (Tema 779) que o conceito de "insumo" para crédito de PIS/Cofins deve observar essencialidade/relevância, derrubando as restrições das INs 247/2002 e 404/2004 da Receita. Essa tese habilita grandes empresas a ampliar creditamento em itens essenciais ao negócio, com forte impacto no caixa quando há diagnóstico e prova técnica consistentes.

Ganho recorrente, não "one off":

  • Redefinir matriz de insumos: Revisar DLOPs de compras/produção para maximizar crédito dentro das balizas de essencialidade/relevância.
  • Documentação robusta: Manuais, laudos técnicos, trilhas SPED/EFD-Contribuições para comprovar essencialidade.
  • Compliance rigoroso: Análise casuística para evitar glosas e garantir segurança em auditorias.
  • Economia contínua: Crédito ampliado reduz desembolso mensal e melhora fluxo de caixa operacional.

Segurança jurídica: A tese dos insumos (STJ, Tema 779) é um precedente qualificado. O que separa êxito de risco é a prova da essencialidade/relevância, controles e aderência à legislação — matéria de governança.

Mensagem-chave: Diagnóstico e execução metódica geram economia contínua, não "one off", e com segurança jurídica. O melhor momento é antes do próximo ciclo fiscal.

Fontes: STJ | PGFN

Tese Consolidada PIS/Cofins

O melhor momento é agora

Um diagnóstico estruturado mapeia incentivos elegíveis, redesenha a matriz de insumos e ajusta o reporte para transformar lei em resultado. Planejamento tributário não é "arranjo" — é compliance que vira caixa: menos desembolso, crédito certo, previsibilidade para reinvestir.

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